Na história militar de Portugal houve várias guerras, com implicações para Melres e para os seus habitantes.
Existiram situações em que alguns Melrenses, foram chamados a cumprir o seu dever patriótico; outros casos houve, em que os acontecimentos, ocorreram aqui, com implicação nas suas gentes, sujeitas a necessidades e sa...
É sempre difícil precisar a origem de um determinado território e definir a sua cultura primitiva. Quanto mais longínquo pretendemos chegar no tempo, mais carregado de incertezas será o resultado e frágil o conteúdo de qualquer tese que se apresente.
Pelos vestígios, achados, estudos e correlações com os nossos vizinhos, podemos aferir de determinadas suposições ...
Nas “Inquirições”, ordenadas por D. Afonso III, já se faz referência ao número de casais e fogos que então aqui existiam e em 1369, D. Fernando ordena que Melres seja considerada termo da Cidade do Porto, demonstrando assim a importância geográfica e estratégica que Melres já detinha nesse tempo. D. Fernando, ao casar com Dona Leonor de Teles e para reforçar o seu título de Rainha, doou-lhe várias “Vilas do seu senhorio”, incluindo a “TERRA DE MERLES EM RRIBA DE DOIRO”.
Em 1661, D. António Luís de Meneses, 1º Marquês de Marialva e 3º Conde de Cantanhede, obteve o senhorio desta Vila. Portanto, enquanto durou a dependência e dado que aquele título era de “juro e herdade”, a vida política, económica e religiosa, ficou sempre ligada á condição dos Marqueses de Marialva.Elaborado por: Joaquim Gonçalves Mendes.